terça-feira, 17 de dezembro de 2013

SOPRO...



Basta uma breve separação para me confirmar de novo que és portador de algo inconfundível, algo que sempre me faltou, não importa o quê, mas que é único para mim
Sopros, que se sentem entre as recordações do que já tivemos , navego sem tempo entre as pregas quentes e sinto o teu sopro.
A alma pede …olha-me nos meus olhos… aperta-me em tuas mãos, partilhamos este momento num sopro que nos funde nos une , como se fossemos um só…