sexta-feira, 29 de setembro de 2017

quinta-feira, 28 de setembro de 2017

INFINITO DO MEU SER...






Silenciosamente, deixo que o vento sopre e toque-me levemente. Leve, solto e apertado enrola-me como um remoinho entre os espaços que cabem em minhas mãos. No meio da escuridão de olhos vendados, sem pensar sem questionar deixo que a vida me lamba as feridas e extinga a dor…o sofrimento e o vazio…feche as cicatrizes e os sonhos inexistentes. Num ápice rasgo a roupa da minha pele…moldo-me …desenho-me e deixo-me cair …ficando presa pelo infinito do meu Ser no cais do tempo….

BRINDE...

"Um brinde ao início do próximo capítulo!..."